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17/02 a 07/04 (RJ) Exposição “Resistir é preciso”

De 12 de fevereiro a 7 de abril o CCBB recebe a exposição “Resistir é preciso”, mostra que resgata o período da ditadura no Brasil, com entrada franca.

Divulgação/ Orlando Brito

Exposição que marca os 50 anos da ditadura militar no Brasil (1964-1985) idealizada pelo Instituto Vladimir Herzog, apresentando as lutas pela reconstrução da democracia por meio das artes plásticas, obras de fotojornalismo, videodepoimentos e documentação do período.

A mostra expõe um expressivo conjunto de obras de arte e documentos históricos que apresentam a militância dos artistas denunciando abusos e crimes da ditadura. Entre os destaques da exposição consta a coleção de Alípio Freire, jornalista e ex-preso político, que reuniu obras de artistas plásticos como Sérgio Freire, Flávio Império, Sérgio Ferro e Takaoka, produzidas no período de cárcere, no presídio Tiradentes, em São Paulo, e as ilustrações de Rubem Grilo, ilustrador de publicações como Movimento, Opinião e Pasquim da década de 1970.

Fonte: http://catracalivre.com.br/2014/02/07/exposicao-sobre-a-ditadura-em-cartaz-no-ccbb/

14 a 23/02 (RJ,PE,BA) – Seminário Internacional: Carnaval, Identidade Negra e Economia Criativa

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O evento é uma realização da Fundação Cultural Palmares – MinC e vai promover o intercâmbio cultural entre grupos negros ligados ao Carnaval na América Latina, África e Caribe

De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, o Carnaval deve movimentar cerca de R$ 6,1 bilhões na economia do país em 2014, além da gerar emprego e renda para milhares de trabalhadores nas cidades onde a folia é tradicional.  E com objetivo de compreender o impacto socioeconômico dessa manifestação na vida dos homens e mulheres negras responsáveis pela festa no país, a FCP – MinC realiza o Seminário Internacional Carnaval, Identidade Negra e Economia Criativa, nos dias 18 e 19 de fevereiro, em Recife/PE.

O evento, tem como um dos principais objetivos promover o intercâmbio cultural de grupos culturais negros na América Latina, África e Caribe. É a oportunidade para conhecer mais sobre a produção carnavalesca no Benin e Angola e as referências que ancestralidade africana torna possível no Brasil, Colômbia, Trinidad & Tobago, Barbados e New Orleans (EUA).

Carnaval e a diáspora negra – O diretor do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da FCP-MinC, Lindivaldo Júnior, explica que essa troca de experiências deverá ser totalmente enriquecedora para todos os países envolvidos, uma vez que o trabalho com o carnaval pode fortalecer a identidade negra dos produtores. “E isso acaba acontecendo em toda a diáspora africana. Esse encontro vai fortalecer o produtor do carnaval e o coletivo no qual ele está ligado”, completa.

 

Confira a programação acessando: http://www.palmares.gov.br/2014/01/carnaval-identidade-negra-e-economia-criativa-sao-temas-de-seminario-no-recife/

14/02 (SP)- Tecnologias livres, Mulheres autônomas!

Dia 14 de fevereiro, sexta-feira
Tecnologias livres, Mulheres autônomas!
18h30 – Bate-papo sobre Software Livre, segurança na rede e uso político feminista da internet.
Logo na sequência: Oficina Liberte seu Computador – instalação de software livre 😉
+ CERVEJINHA BARATA + MÚSICA BOA (LEVE SEU PENDRIVE OU CD!)
 
“Para nós mulheres é fundamental nos apropriarmos desse tipo de tecnologia. Assim como o feminismo, o software livre possui um potencial emancipatório que pode nos libertar do controle que grandes indústrias tecnológicas exercem sobre nós; deixaremos de ser simplesmente consumidoras de tecnologia para ter controle sobre ela.
 
O software livre é um campo de luta feminista que nos permitirá criar tecnologias justas e igualitárias, que nos incluam em sua linguagem e visibilizem, através delas, o papel das mulheres no mundo tecnológico”. (Liliana Cruz – http://marchamulheres.wordpress.com/2013/10/17/feminismo-e-software-livre/)
De acordo com as últimas estatísticas, apenas 1,5% das pessoas envolvidas no desenvolvimento de software livre são mulheres. Nós da Marcha Mundial das Mulheres achamos que a disputa por um mundo igualitário para mulheres e homens têm a ver diretamente com a construção de outras relações, que sejam feministas, livres, colaborativas e solidárias. 
 
Se você já ouviu falar do software livre, mas não sabe muito bem pra que serve e como funciona, essa é sua chance! Vamos trocar ideias sobre a importância de se utilizar essa tecnologia livre (não proprietária) para o feminismo anti-capitalista! Se você curtir a ideia, a gente instala, junto com você, na hora, o software livre no seu computador!

Quando: sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

18h30 – Início do bate-papo sobre Software Livre, segurança na rede e uso político feminista da internet.
Logo na sequência: Oficina Liberte seu Computador – instalação de software livre 😉
 
+ CERVEJINHA BARATA + MÚSICA BOA (LEVE SEU PENDRIVE OU CD!)

Onde: SOF – Sempreviva Organização Feminista

Rua Ministro Costa e Silva, 36 – Pinheiros – tel. (11) 3819-3876

(esta rua é uma travessa da Mourato Coelho e é paralela à Inácio Pereira da Rocha)

A partir de 20/02 (SP) – Introdução aos Estudos de Gênero – módulo I: corpo, sexualidade e políticas

Introdução aos Estudos de Gênero – módulo I:

corpo, sexualidade e políticas

ATENÇÃO:

– INFORMAÇÕES SUJEITAS A MODIFICAÇÕES. CONSULTE SEMPRE AS ATUALIZAÇÕES DO SITE.
– NÃO É PERMITIDO “ALUNO OUVINTE”.

DADOS DO CURSO

Natureza do curso:

Difusão

Público Alvo:

Professores da rede pública e particular de ensino, comunidade USP e interessados em geral.

Objetivo:

Este primeiro módulo têm por objetivo introduzir algumas noções gerais das teorias de gênero, corpo e sexualidade, problematizando formas de poder e de desigualdade que são socialmente produzidas, e que acabam por tornarem-se referências na configuração das políticas públicas.

Programa:
Carga horária:

30.00h

Vagas:

máximo: 70 alunos
mínimo: 10 alunos

Certificado/Critério de Aprovação:

Serão aprovados aqueles que tiverem presença mínima de 85% da carga horária total do curso e entregarem relatório de participação.

Coordenação:

Profa. Dra. Heloisa Buarque de Almeida, da FFLCH/USP.

Ministrante(s):

Jacqueline Moraes Teixeira e Marisol Marini.

Promoção:

Departamento de Antropologia, da FFLCH/USP.

PERÍODO(S), HORÁRIO(S) E LOCAL DO CURSO/EVENTO

Período de Realização:

20.02 a 08.05.2014

Horário:

Quinta-feira, das 19:00 às 22:00.

Local:

Prédio da Filosofia e Ciências Sociais, Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária. Sala 24

SORTEIO DE BOLSA

Público Alvo para Sorteio:

Comunidade USP e 3ª idade. Sendo: 1 docente, 3 discente, 2 funcionário, 1 para 3ª idade.

Formulário para sorteio de bolsa: 10 a 13/02/2014 CLIQUE AQUI
Resultado do sorteio: 14/02/2014
ATENÇÃO!

• O sorteio não garante a vaga, devendo a pessoa contemplada (ou seu representante) comparecer no dia de matrícula.
• Veja as regras no link BOLSAS E DESCONTOS.
• Aguarde o link da inscrição na data estipulada.

 

INVESTIMENTO

Valor:

⇒R$ 60,00: Interessados em geral.
⇒R$ 54,00: Graduandos e pós-graduandos da FFLCH.
⇒R$ 30,00: Professores Ativos da Rede Pública, maiores de 60 anos, monitores e estagiários da FFLCH.
⇒Gratuito: Docentes e Funcionários da FFLCH.

Detalhes
• O pagamento à vista, mediante boleto bancário impresso no ato da matrícula.
• Não haverá devolução da taxa após o início do curso.
• O não pagamento do boleto implica no cancelamento da matrícula.

MATRÍCULA

Período de Matrícula (enquanto houver vaga):

14 a 18.02.2014.

Detalhes:

Presencial

Horário: 9:00 às 11:40 e das 13:00 às 16:45.

Local: Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126. Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Documentos necessários: RG, CPF ou carteirinha USP (comunidade USP)

Atenção!

  • A matrícula poderá ser feita pessoalmente ou por procuração simples (CLIQUE AQUI).
  • Não é permitido matrícula por telefone ou e-mail.
  • Não é permitido reservar vagas.
Desistências e reembolsos
Os alunos que desistirem do curso devem imediatamente enviar um e-mail, informando essa desistência, para agenda@usp.br. Considera-se que a data da desistência é a do envio desse e-mail.
* até o início do curso, há reembolso integral do valor pago.
* após o início do curso, não há mais reembolso.

http://sce.fflch.usp.br/node/1648

13/02 (SP) – Clovis Moura e as raízes do protesto negro

Atividade Clovis Moura

O Núcleo de Consciência Negra convida para a atividade “Clovis Moura e as raízes do protesto negro”, por Márcio Farias.

Data: 13 de fevereiro de 2014
Horário: 18:00
Local: Núcleo de Consciência Negra
Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, travessa 4, bloco 3, Cidade Universitária, São Paulo – SP
email: contato@ncn.org.br
telefone: (11) 958668863
(11) 30914291
facebook: /nucleodeconsciencianegra

 

Clóvis Steiger de Assis Moura. Nasceu em 1925, em Amarante, Piauí. Ainda criança, Moura mudou-se com a família para Natal, onde residiu de 1935 a 1941. Iniciou seus estudos num colégio de padres Maristas, o Colégio Santo Antônio. Neste colégio fundou o Grêmio Cívico-Literário 12 de Outubro, onde eram realizadas reuniões semanais para discussão de literatura e política.

Mudou-se para Salvador em 1942, quando tinha 17 anos. Na Bahia, Clóvis Moura entrou para a Faculdade de Direito, em 1944, curso que não concluiu. Naquele mesmo ano ingressou na carreira jornalística, trabalhando no jornal. O Momento, diário do Partido Comunista do Brasil. Foi seu primeiro contato com o PCB, e contribuiu para aprofundar-se na teoria marxista e nas discussões envolvendo o movimento comunista internacional. Em 1945 tornou-se militante partidário, aos 20 anos. Para pensar a história do Brasil, Clóvis Moura empreendeu uma análise apoiada na base marxista.

Através da análise dos quilombos e das numerosas insurreições dos escravizados, ele propôs uma nova interpretação da formação da sociedade brasileira. O conceito de luta de classes foi usado como central para a interpretação desses movimentos, que representariam o processo mais agudo da luta de classes no tempo da escravidão. Observou ele que a sociedade brasileira se formou através de uma contradição fundamental, senhores contra escravos, as demais contradições sendo decorrentes desta. A violência seria um aspecto central do sistema escravista. Neste sentido, num momento em que o Brasil ainda encontra dificuldades para se tornar uma democracia plena com a participação efetiva de todos, o legado de teórico de Clovis Moura, se faz imprescindível.

Links:

18/02 (SP) -Mobilização ao alcance de todos – Como liderar uma Campanha social

 

Na próxima terça-feira dia 18/10 às 19h, a Change.org estará coordenando uma Oficina de Mobilização dentro do Festival Impact Hub, na Vila Madalena.

A oficina será voltada para pessoas que queiram conhecer mais sobre a mobilização online, debater os elementos chave de uma campanha bem sucedida e começar a pensar em lançar sua própria iniciativa de mudança social. Serão abordadas questões sobre impacto político, construção da mensagem e divulgação, de uma forma bem prática e dinâmica.

Mais informações e inscrições no site:
http://www.eventick.com.br/hubescola100

Data: 18/fev – terça feira
Horário: 19h00 – 22h00
Carga Horária: 3 horas
Local: Impact Hub Vila Madalena
Rua Fradique Coutinho, 914
Facilitadores: Graziela Tanaka e Vitor Leal

Sobre a Change.org: Somos a maior plataforma de abaixo-assinados do mundo com 55 milhões de usuários, no Brasil temos 1,7 milhão. São centenas de abaixo-assinados criados todos os meses sobre os mais variados temas como meio ambiente, questões urbanas, educação, saúde, corrupção, cultura e direitos dos animais. O papel da nossa equipe é apoiar as campanhas em destaque para que elas consigam mais apoiadores, visibilidade, repercussão e impacto.

De 21 a 23/02 (SP) – Morro como um país – 50 anos do golpe

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Morro como um país – 50 anos do golpe
Arte, cultura e ditadura
1964/2014

Três encontros para refletir sobre as relações entre estética e política.
Quando a violência institucional e a produção simbólica se encontram.

* 21/02 às 20h – CULTURA E DITADURA
Com Alípio Freire (ex-preso político, escritor e artista plástico) e Francisco Alambert (professor de história da arte/USP)

* 22/02 às 17h- DIREITOS HUMANOS E VIOLÊNCIA DE ESTADO + LANÇAMENTO DO LIVRO “A PERIFERIA GRITA”
Com José Damião de Lima Trindade (Procurador do Estado de SP e militante de direitos humanos) e Débora Maria (integrante do coletivo Mães de Maio)

* 23/02 às 16h – TEATRO E DITADURA: DISCUSSÃO SOBRE PROCESSOS DE TRABALHO
Com a Companhia do Tijolo, Grupo de Teatro do Oprimido da Garoa, Grupo de Teatro Alerquins e Kiwi Companhia de Teatro.

TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS
Contato 11 – 3337-4112 e 11- 976181690 (produção)
kiwiciadeteatro@gmail.com

Local: Sede da Kiwi CIA de Teatro
Rua: Frederico Abranches, 189, Ao lado do metro Santa Cecília – SP

13/02 – (RS) Exibição do documentário “Cassandra Rios -a Safo de Perdizes”

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O documentário Cassandra Rios, a Safo de Perdizes será exibido na Mostra de Seleção de Filmes Brasileiros agora dia 13 de fevereiro de 2014 no Santander Cultural da capital gaúcha.
É uma boa oportunidade não só de assistir a este tributo feito por Hanna Korich à grande pioneira da literatura lésbica brasileira como participar da conversa que vai acontecer logo depois, com a participação do escritor grande fã de Cassandra Jandiro Koch e da advogada feminista dra. Maria Cristina Carrion Vidal de Oliveira.
Promete ser muito interessante, vá lá!

http://www.editoramalagueta.com.br/

Serviço:

Exibição: “Cassandra Rios, a Safo de Perdizes”
Data: 13/02, quinta-feira, às 19hLocal: Santander Cultural – Porto Alegre, RS

23/02 (SP) – Bloco da Dona Yayá – União de Mulheres

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A sede da União de Mulheres do Município de São Paulo é onde o YAYARTES Bloco Carnavalesco Casa da Dona Yayá se prepara para seu já tradicional desfile de pré-carnaval que este ano acontece

Dia 23 de fevereiro de 2014 (domingo)

Concentração às 09:00 h e saída às 10:00 h

Sede da União de Mulheres

Rua Coração da Europa, 1395, Bela Vista, São Paulo

Roteiro: Rua Coração da Europa, rua Conselheiro Carrão, rua 13 de Maio, praça Don Orione, avenida Rui Barbosa, Rua Conselheiro Carrão, Rua Major Diogo, Casa da Dona Yayá (parada), rua Major Diogo, rua Santo Antonio, rua Coração da Europa.

O Bloco da Dona Yayá sai às ruas do Bixiga com seu pré-carnaval feminista desde 2000, levantando as bandeiras de defesa dos direitos das mulheres com muito humor e descontração.

Para afinar os ânimos para a grande festa, nossa mestra-madrinha da bateria Sueli Andrade conduzirá a fuzarca de mais duas sessões de preparação para o Bloco.

Sede da União de Mulheres

Rua Coração da Europa, 1395, Bela Vista, São Paulo

Dona Yayá, na figura da elegante boneca do Bloco, espera a todas e todos para fazer a folia deste ano! Quem quiser saber mais sobre a história do Bloco e de Dona Yayá pode também acessar o blog do Bloco http://blocodadonayaya.blogspot.com.br/