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09 e 10/07 – Ocupação Feminista – Arte feita por mulheres – Ouro Preto (MG)

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[MG] Ocupação Feminista – Arte feita por mulheres – Ouro Preto

Data: 9 e 10 de julho

Horário: das 9h às 17h

Local: Casa Imaginária – Rua Padre José M. Pena, 68

Evento https://www.facebook.com/events/591286224236454/

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“Organização: Obscena AgrupamentoMenos Pausa Coletivo e Madalena Teatro das Oprimidas (http://www.coletivomadalenas.blogspot.com.br/)

worshop. performances. cenas. mesas. instalações. discotecagem. brechó.

BRECHÓ DE ROUPAS, BALANGANDAS E AFINS
Traga sua roupa usada (mas em bom estado) que está no seu guarda -roupas doidinha pra mudar de ares.
Coloque um preço camarada, mas abra seu coração para possibilidades de trocas inusitadas e infinitas…

Workshop: Como se fabrica uma mulher?

Ministrante: Nina Guarani Kaiowá Caetano (Obscena Agrupamento – BH)

INSCRIÇÕES: serão feitas no dia 9, na Casa Imaginária, a partir das 8 horas da manhã, por ondem de chegada.

O workshop, exclusivamente para mulheres, propõe a criação de ações performativas e de instalações/intervenções em diversos espaços por meio do desenvolvimento de relações de ocupação e de relações com objetos, corpos e narrativas, a partir da questão temática: como se fabrica uma mulher?
Cada participante deverá trazer referências textuais (notícias de jornal, bulas de remédio, propagandas de produtos de beleza ou de eletrodomésticos, frases e contos) e objetos (embalagens de produtos – beleza, limpeza – utensílios, peças de roupas, eletrodomésticos) relativos ao tema proposto pelo workshop, ou seja, associados ao universo feminino e à mulher. Estes servirão de ponto de partida para a criação. Tais elementos deverão ser significativos, instigantes e provocadores para quem os escolhe. As participantes deverão vir para o workshop com roupa neutra – preferencialmente preta ou cor da pele e, se possível, ajustada ao corpo, para propiciar a “fabricação” de corpos-instalação. A roupa deve ser confortável e apropriada ao trabalho corporal.
Atividades:
Jogos relacionais com o espaço: view points.
Objetos relacionais: improvisação com objetos.
Produção de escritas: listas, inventários.
Instalação/intervenção no espaço: produção de células de ação e imagens cênicas.
Condições: são necessários uma sala ampla e arejada, para os trabalhos práticos, um aparelho de som com cd player.
Carga horária: 6 horas
Número de vagas: 30 participantes
Destinado a: atrizes, performers, diretoras, artistas visuais, dramaturgas e profissionais afins, além de estudantes de arte.

OFICINA [RE]formulando a Revista Feminina
Ministrantes: Coletivo Menospausa
HORARIO: 13 ás16 horas
A oficina se baseia na prática do jornalismo de revistas femininas, buscando desconstruir as temáticas produzidas para mulheres. Buscamos um diálogo com a lógica tecnicista da prática da comunicação, com a perspectiva de se manter um viés crítico, político e feminista. O objetivo é, juntas e juntos, planejar uma revista feminista piloto, que pode ir para plataforma web ou ser veiculada através de fanzines. A prática consiste em reformular textos e abordagens, expressando subjetivamente nossas aflições e conflitos frente às revistas femininas.
OBS: Para homens e mulheres, porém a divisão de tarefas guarda espaços de chefe de edição preferencialmente para mulheres por motivos políticos.
CARGA HORÁRIA: 3 horas
VAGAS: 18
DESTINADA À: pessoas interessadas na prática da comunicação colaborativa ou afetadas pelo discurso das revistas femininas
MATERIAS: Matéria de revista feminina que a tenha incomodado, 1 retrato pessoal, se possível.
INSCRIÇõES: Ordem de chegada.

OFICINA
Vestir-mulher, Devir-mulher.
Ministrante: Thálita Motta (Coletivo Quando Coisa)
4 horas
Inscrições:
20 vagas – Aberto a todos os interessados. Todos os gêneros.
Inscrição via e-mail: Enviar nome e ocupação para o e-mail thalita.art@hotmail.com até às 20 horas do dia 08/07 – A seleção se dará por ordem de chegada à caixa de entrada do e-mail supracitado.
Inscrição presencial: Serão feitas a partir das 8 horas no dia 09/07 na Casa Imaginária, respeitando e contemplando a inscrição por ordem de chegada.

Dado que o vestir é uma prática social inerente ao humano desde a pré-história, visto sua função simbólica nos ritos que expandiam a pura necessidade de cobrir o corpo, se pretende aqui, traçar um panorama sobre a distinção dos gêneros instaurada por meio da roupa e com isso desnaturalizar o hábito da imagem e os contornos simbólicos entre homem e mulher. Assim como é proposto um mergulho por meio das imagens produzidas ao longo da história da arte, onde é possível visualizar as imposições (e disrupções) da moda, diretamente ligadas à renúncia patriarcal sobre a emancipação da mulher, em que o corpo vestido é o corpo belamente oprimido. Serão discutidas também as relações contemporâneas entre arte-moda-poder-emancipação, ainda sob a perspectiva da construção/desconstrução social da mulher.

Cenas:

Estoque – Thaiz Cantasini e Elis Mira.
Calma- uma mulher latina – versão pocket – Haylla Rissi.
Canário da terra – Elis Mira.

Performances:
Mulheres em chama.
Sobre Joanas e fogueiras – (ou como incinerar uma mulher na pós modernidade) – Thálita Motta.
Corpo Vibrátil: Frequências sonoras de ser mulher – Madalena Teatro das Oprimidas.
Cólera casulo cor – Elis Mira.
27º Gesto: Espaço do Silêncio – Nina Caetano.

Instalação: Gênesis – Madalena Teatro das Oprimidas.

23 horas – Discotecagem com Nina Caetano e Gui Carvalho

20/07 – Encrespando – Poesia, moda, e arte black power – Rio de Janeiro (RJ)

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[RJ] Encrespando – Poesia, moda, e arte black power – Rio de Janeiro

Data: 20 de julho – Sábado

Horário: das 11h as 20h

Local: SINDSPREV – RJ – Rua Joaquim Silva, 98-A, Centro

Evento: https://www.facebook.com/events/558005974238450/

https://www.facebook.com/meninasblackpower?fref=ts

 

“Nós, do Coletivo Meninas Black Power, desejamos convidá-las para participar de nosso primeiro evento oficial, a realizar-se no próximo dia 20 de julho, de 11h até 20h, no SINDSPREV – RJ (Rua Joaquim Silva, 98-A, Centro). Nele apresentaremos as propostas, visão e as atividade que realizamos em ambiente escolar. A presença de vocês é de extrema importância para nós, coletivamente e individualmente, por isso estamos fazendo o convite diretamente. Este é um momento especial, no qual celebraremos a apresentação dos nossos projetos e a continuidade dos mesmos. Também apresentaremos os valores que expressamos através de nossas ações. Eles são importantes para nós, para a construção de uma sociedade mais justa e de indivíduos que amem e respeitem sua raiz. Assim, os mais novos aprendem o que nós, Meninas Black Power, não tivemos oportunidade de aprender na mesma idade. Se possível, acuse o recebimento dessa mensagem e confirme a presença o quanto antes. Desde já agradecemos pelo que vocês representam em nosso caminhada para uma sociedade livre de racismo e desigualdade.”

“Chegou a hora, Meninas Black Power! No dia 20 de Julho teremos a primeira edição de um evento oficial Meninas Black Power com muita moda, dança, música e poesia afro-brasileira, além da oportunidade de conhecer de perto nosso coletivo e componentes. As crespas e crespos da Cidade Maravilhosa poderão participar de um encontro preparado especialmente para celebrar o cabelo natural, nossa cultura e o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha.

Atrações:
– Diversas marcas de arte e moda afro em exposição;
– DJ TAMY comandando o som;
– Rodas de conversa com a presença especial de Andrea Pippins, do blog Fly, e as Meninas Black Power da equipe RJ;
– Dança e música ao vivo.

Expositores e participações:
– Garvey
– A Quixotesca
– Devassas.com
– Colares D’Odarah
– Prendada – por Natália Regina
– Boutique de Krioula
– Lulu e Lili Acessórios
– Estimativa Page
– E muito mais”

10/07 – 2° Ato contra o Estatuto do Nascituro em São Paulo (SP)

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[SP] Ato contra o Estatuto do Nascituro em São Paulo

Data: 10 de julho – Quarta

Horário: 17h00

Local: Praça Do Patriarca – Rua São Bento, São Paulo

Evento: https://www.facebook.com/events/563982233652677/

“Convidamos todas as mulheres a fazerem conosco um importante debate que diz respeito a nossa autonomia e nossos direitos: a possibilidade de aprovação do Projeto de Lei nº. 478/2007, também conhecido como Estatuto do Nascituro.

Hoje, o aborto é legalizado no Brasil em casos de estupro, de risco de vida da mulher ou anencefalia do feto. Com a aprovação desse projeto, defendido ostensivamente pelas bancadas evangélica e católica, um óvulo fecundado (dentro ou fora do corpo) torna-se sujeito de uma série de direitos que afetam aqueles já conquistados pelas mulheres. Gestantes que optarem pela interrupção da gravidez correrão o risco de serem julgadas e presas. Esse projeto não foi criado para conceder direitos aos embriões, mas para limitar e retirar direitos e a autonomia das mulheres!

10 motivos para vetarmos o Estatuto do Nascituro:

1. “Nascituro” não existe! Esse foi um termo inventado pela bancada evangélica na tentativa de humanizar um embrião, nominar células humanas fecundadas e tirar o foco das mulheres, que são de fato as mais afetadas pelo assunto!

2. O Estatuto do Nascituro mexe com o grande medo de todas as mulheres e lésbicas: o estupro. Esse projeto é um ato de terror realizado pelo Estado contra nós. Além de termos sido vítimas de um agressor, seremos violentadas pelo Estado, que reconhecerá os direitos de um conjunto de células como superiores à nossa própria existência e autonomia.

3. O projeto institucionaliza o estupro, já que o estuprador passa a ser considerado genitor frente a Justiça. Ao invés de garantir segurança às mulheres, mecanismos reais de proteção àquelas em situação de vulnerabilidade e impedir que o estupro seja um crime recorrente, o Estado, de maneira perversa, institucionaliza uma falsa parternidade, que é na verdade resultado de uma violência brutal. Mais uma vez, vê-se nesse projeto de lei um esforço de garantir a concretização formal e jurídica da família (valor moral caro à bancada religiosa que o redigiu) ao invés de privilegiar a saúde física, mental e emocional das meninas e mulheres sobreviventes de violência sexual.

4. O projeto não retira o direito da mulher grávida, vítima de abuso sexual, de optar pelo aborto. Entretanto, dado o caráter incoerente e inconstitucional do estatuto, não esclarece às mulheres vítimas de um estupro que interromper essa gravidez indesejada é um direito legítimo, e uma vontade bastante compreensível. Ao garantir direitos às células humanas, a mulher pode encontrar grandes obstáculos na garantia de seus direitos, como se não fossem suficientes aqueles que já existem e que são amplamente difundidos (como maus tratos em hospitais e desencorajamento por parte do corpo médico da realização de um direito da gestante vítima de um estupro).

5.O projeto também oferece à mulher que decidir manter a gravidez, uma BOLSA ESTUPRO, no valor de um salário mínimo até que a criança complete 18 anos. Caso o estuprador seja identificado, ele terá de assumir a paternidade, pagar tal pensão, (quando, na realidade, ele deveria estar preso) e não lhe serão negados os direitos sobre a criança. Caso o estuprador não seja identificado, caberá ao Estado pegar a pensão. Ou seja, a mulher violentada terá de conviver com seu agressor, caso o criminoso assim deseje. Isso vale também para meninas vítimas de pedofilia. Será de responsabilidade exclusiva da mulher lidar com problemas emocionais e psicológicos decorrentes de uma gravidez causada por violência sexual. É lamentável que mulheres e lésbicas sejam, mais uma vez, vítimas da legitimação da violência perpetrada contra elas!

6. Em casos de doença grave, na qual a mãe tenha que se submeter a algum tratamento médico que interfira na gestação, ela será impedida de cuidar da própria saúde em detrimento do embrião. Essas mulheres deverão morrer para que um não nascido possa viver. Isso implica também no impedimento de abortos em casos de anencefalia fetal (má-formação do cérebro). Nesses casos, a morte do bebê é considerada certa, e os riscos para a mulher aumentam à medida que a gravidez é levada adiante. Esse projeto fere a dignidade da mulher que é obrigada a carregar um feto com poucas chances de sobreviver e trás complicações para sua saúde física e mental (o bebê com a malformação nem sempre é capaz de deglutir o líquido amniótico, gerando acúmulo da substância e aumentando os riscos de uma distensão do útero, além de hemorragias pós-parto).

7. Dado o caráter genérico do projeto, que define que a saúde do embrião deve ser assegurada em toda e qualquer circunstância, a lei poderá criar um obstáculo ao acesso a contraceptivos, como contracepção de emergência, pois eles poderão ser interpretados como uma violação dos direitos do embrião. Ou seja, até a pílula do dia seguinte poderá ser considerada um método abortivo e portanto, proibida.

8. Feministas e demais mulheres engajadas na luta pelos direitos das mulheres que falarem sobre a legalização do aborto poderão ser processadas. Lembramos que já está instaurada no Brasil a CPI do Aborto, cujo objetivo é criminalizar a luta das organizações da sociedade civil envolvidas na promoção do aborto seguro e em campanhas para a legalização do aborto no país. Essa CPI vai na contramão dos processos internacionais que caminham na direção da legalização do aborto, e das instituições democráticas que preveem a livre circulação de ideias. O aborto é uma questão de grande importância pública e o livre fluxo de informação sobre o aborto seguro é crucial para garantir a saúde e da vida das mulheres.

9. Nesse projeto de lei, cada mulher grávida passa a ser uma criminosa em potencial. A mulher que sofrer aborto espontâneo pode ser investigada e condenada por homicídio, como aconteceu em El Salvador, onde existe o Estatuto do Nascituro (Ver link da notícia: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,el-salvador-prende-ate-por-aborto-espontaneo-,1042939,0.htm).

10. O estatuto se baseia na ideia religiosa de que células fecundadas já são uma vida. O Brasil é um ESTADO LAICO, e deve ser orientado pela Constituição e não por qualquer preceito ou moral religiosa. O aborto é uma questão de saúde pública e de autonomia das mulheres sobre seus corpos!

VAMOS BARRAR O ESTATUTO DO NASCITURO!!!

A próxima votação do Estatuto do Nascituro será na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC). Precisamos enviar e-mails para os deputados membros desta comissão, pedindo que se posicionem contrários ao Estatuto do Nascituro e que impeçam sua aprovação. Segue abaixo nome e endereços eletrônicos de alguns deputados.

Presidente: Décio Lima (PT/SC) – dep.deciolima@camara.leg.br
1º Vice-Presidente: Mauro Benevides (PMDB/CE) – dep.maurobenevides@camara.leg.br
2º Vice-Presidente: Luiz Carlos (PSDB/AP) – dep.maurobenevides@camara.leg.br
3º Vice-Presidente: Carlos Bezerra (PMDB/MT) – dep.carlosbezerra@camara.leg.br
Relator: Marcelo Almeida PMDB/PR – dep.marceloalmeida@camara.leg.br

Assine agora a petição! Já somos quase 150 mil signatárixs! http://www.avaaz.org/po/petition/Diga_NAO_ao_Estatuto_do_Nascituro_PL_4782007/

A MATERNIDADE DEVE SER UMA ESCOLHA!
ABORTO LEGAL, SEGURO E GRATUITO!
AS MULHERES DECIDEM. A SOCIEDADE RESPEITA. O ESTADO GARANTE.

Para mais informações, recomendamos o parecer do CFEMEA:http://www.cfemea.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3687%3Aestatuto-do-nascituro-alerta-vermelho-para-os-direitos-reprodutivos-das-mulheres&catid=218%3Aartigos-e-textos&Itemid=152

08/07 – Projeção de “História de um segredo” seguido por debate (Mostra Social em Movimentos) – Rio de Janeiro (RJ)

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[RJ] Projeção de “História de um segredo” seguido por debate (Mostra Social em Movimentos) – Rio de Janeiro

Data: 8 de julho – Segunda

Horário: 19h

Local: CineMaison – Avenida Presidente Antônio Carlos, 58 – Centro – Rio de Janeiro

Evento: https://www.facebook.com/events/602722509752557/?fref=ts

“Exibiçao do documentário francês História de um segredo (Histoire d’un secret), de Mariana Otero e após um debate no Maison de France.

A projeção do filme será seguida de um debate com Rogéria Peixinho (Articulação de Mulheres Brasileiras), Lucia Souto (FIOCRUZ) e Mariana Otero (diretora do filme).

Sinopse: O filme “Histórias de um segredo” conta a real história da morte da mãe de Mariana Otero. Por muitos anos ela acreditou que sua mãe tinha falecido devido a uma cirurgia de apêndice. Contudo, anos mais tarde Mariana descobriu que sua mãe morreu devido a uma cirurgia de aborto, na época em o mesmo ainda era proibido na França. Assim, é trazido a tona tal questão sobre o aborto.

DEBATE com a diretora do filme MARIANA OTERO, a médica da FIOCRUZ LÚCIA SOUTO e a coordenadora nacional da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), ROGÉRIA PEIXINHO”

04/07 – Mesa-redonda: Comunidade LGBTT e mídia – São Paulo (SP)

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[São Paulo – SP] Mesa-redonda: Comunidade LGBTT e mídia

Data: 04 de julho – Quinta

Horário: 20h

Local: Auditório Lupe Cotrim (ECA – USP) – Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária

Evento: https://www.facebook.com/events/679913558702073

 

“Comunidade LGBTT e mídia
Debate sobre exposição e representação da comunidade LGBTT na mídia

Mesa-redonda com:

•Blog Nada Errado (http://www.nadaerrado.com.br/)
A presença gay nas redes e nos blogs

• Jornalista Neto Lucon (http://www.nlucon.com/)
Conteúdo livre de preconceitos

• Canal das Bee (http://www.youtube.com/user/CanalDasBee)
Pergunte às Bee: exposição e identidade

• Rafael Farias Teixeira (https://www.facebook.com/EntreIrmaos)
Jornalista e escritor, autor do livro “Entre Irmãos”

E mais: Sorteio do livro “Entre Irmãos”, de Rafael Farias Teixeira.

O evento acontecerá 04/07/2013, às 20h, no auditório Lupe Cotrim, na ECA/USP.”

13/07 – Festa julina do Coletivo de Mulheres Ana Montenegro – São Paulo (SP)

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[São Paulo – SP] Festa julina do Coletivo de Mulheres Ana Montenegro

Data: 13 de julho – Sábado

Horário: 19h

Local: R. Francisca Miquelina, 94 – SP (Próx. à Estação Sé)

“Comidas e músicas típicas. Venham à caráter :)”

http://coletivomulheranamontenegro.blogspot.com.br/

https://www.facebook.com/ColetivoAnaMontenegroSp

 

20/07 – Marcha da Vadias Vitória (ES)

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[ES] Marcha da Vadias Vitória

Data: 20 de julho – Sábado

Horário: 14h

Local: UFES – Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras

Evento: https://www.facebook.com/events/362361517215170/

Página da Marcha das Vadias Vitória: https://www.facebook.com/MarchadasVadiasVitoriaES2013

 

Marcha das Vadias: de Londres a Vitória from Davis Alvim on Vimeo.

13/07 – Roda de Conversa – O Aborto Hoje – Santos (SP)

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[SP] Roda de Conversa – O Aborto Hoje – Santos

Data: 13 de julho – Sábado

Local: Cinemateca de Santos – R. Ministro Xavier de Toledo, 42

Horário: 18h

Evento: https://www.facebook.com/events/489114891169154/

“No dia 5 de Julho a Comissão de Finanças da Câmara dos deputados considerou viável o Estatuto do Nascituro (PL 478/07), como também já havia feito a Comissão de Seguridade Social e Família em 19 de maio de 2010. O texto prevê que nascituros terão direitos análogos aos das pessoas nascidas.

A íntegra do projeto prevê que o aborto seja proibido em qualquer circunstância, sendo elas algumas como estupro e risco de vida para pessoa gestante.

O Coletivo Feminista Pagu propõe uma roda de conversa sobre o concepção contemporânea sobre o aborto na sociedade. Além disso exibiremos também o documentário “O Aborto dos Outros”.

Contamos com a presença das psicólogas Janaína Leslão e Gigi Annie Louise.

Venha abrir seus olhos para o que está acontecendo, levantar essa questão e tirar suas dúvidas.”