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25/07 – MG – Lançamento em Belo Horizonte (MG) Marcha das Mulheres Negras

MULHER

https://www.facebook.com/events/1445503475717138/

25/07 – 14h

Praça 7 de setembro – Belo Horizonte – MG

“Dia 25/07/2014- Lançamento em Belo Horizonte da Marcha Mundial das Mulheres Negras – 2015.

E que esse lançamento seja feito em uma das datas mais significativa e importante para a Mulher Negra: Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha!!!

A Marcha Nacional de Mulheres negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, tem o propósito de marcar o compromisso do Brasil com a Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância que prevê condenar a discriminação baseada em orientação sexual, identidade e expressão de gênero e a promoção de políticas de igualdade racial que adotem a política de cotas para as populações historicamente marginalizadas.
A Marcha será realizada no mês de maio de 2015, ano que marcara os 320 anos do assassinato de Zumbi dos Palmares. 

Porque Marcharemos:

Somos 49 milhões de Mulheres Negras que constroem cotidianamente a riqueza desse país, e no entanto, somos a parcela mais pobre e discriminada da população brasileira, com acesso limitado à educação, à saúde, à moradia digna, ao saneamento básico, ao trabalho e renda decente e à segurança para nós e nossas famílias. Somos as que morrem em vida pelo genocídio engendrado contra nossos familiares.

Por isso marcharemos rumo à Brasília em 2015:

• Para exigir do Estado Brasileiro e dos diferentes setores da sociedade o fim do racismo, da discriminação racial e de toda a violência contra as mulheres negras;
• Por reparação da dívida histórica que o Brasil tem com as mulheres negras;
• Pelo fim do genocídio das mulheres negras, das crianças, dos jovens e dos homens negros;
• Para que o conhecimento do patrimônio genético brasileiro seja respeitado e patenteado pelas comunidades detentoras dos saberes;
• Pela democracia e pela inclusão da população negra e por outros modelos de desenvolvimento;
• Por um novo país, democrático, laico, diverso e igualitário com justiça social e sem corrupção;
• Pela livre expressão da fé e da religiosidade;
• Pelo fim do sexismo, da lesbofobia e da homofobia; 
• Para que casos como o de Aline Pimentel, Beatriz Nascimento, Yá Mukumby, Amarildo, Douglas Rodrigues e tantas outras pessoas exterminadas pelo Estado Brasileiro, em suas diversas formas, não fiquem impunes;
• Para fomentar a criação e o fortalecimento das organizações de mulheres negras brasileiras, dar maior visibilidade a situação de opressão secular das mulheres negras em cada canto do país, a fim de que possamos exercer plenamente os nossos direitos como cidadãs brasileiras e construtoras históricas do Brasil.

Sendo assim convidamos a tod@s para apoiar com a gente essa causa, para marchar com a gente contra toda forma de violência, agressão e opressão contra a Mulher Negra.

Junte-se a nós aqui em Belo Horizonte (MG) no lançamento da Marcha das Mulheres Negras-2015! 

Conversas, falas e intervenções artísticas voltadas para a Mulher Negra.

Junte-se a nós e vamos rumo a Brasília!”

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24/05 (MG) – Marcha das Vadias BH 2014

bh

https://www.facebook.com/events/732643210135084/

24/05
13:00
Praça Da Rodoviária – Belo Horizonte

A Marcha das Vadias acontecerá esse ano no dia 24 de maio e manterá o mesmo trajeto da anterior:
Nos concentraremos na Praça da Rodoviária, seguiremos pela Rua Guaicurus até a Praça da Estação, subiremos a Rua da Bahia e terminaremos na Praça da Liberdade.

Venha com a gente reivindicar a autonomia das mulheres sobre suas vidas e corpos!

Página da Marcha das Vadias Belo Horizonte: https://www.facebook.com/marchadasvadias

15/05 – (MG) V Encontro de preparação para a Marcha das Vadias BH 2014

bh

https://www.facebook.com/events/615990585160917/

15/05 Quinta às 15:00

FAFICH
Campus Pampulha, 31270-901 Belo Horizonte

Mais uma roda de debate, mais um ensaio fotográfico! Agora na arena da FAFICH no Campus da UFMG! Bora?

https://www.facebook.com/marchadasvadias

13/05 – (MG) -Moviment’Arte – O Olho da Mulher (Gioconda Belli)

gio

13 de maio às 17:00

Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Av.Frei Paulino, 30 – Bairro Abadia, 38025-180 Uberaba

https://www.facebook.com/events/228974097291664/

“Nesse sistema, que é ao mesmo tempo machista e capitalista, as mulheres são transformadas em mercadorias, objetos, seja na indústria da prostituição e da pornografia, seja na forma como são expostas na publicidade, que manipula nossos sonhos e desejos, criando necessidades que antes não existiam apenas para aumentar o consumo.” Caderno Marcha Mundial das Mulheres – A Sociedade de Mercado – n°1 Junho de 2008. 

O debate e a luta acerca da mulher e o espaço que a mesma ocupa dentro da sociedade é urgente e precisa estar atrelado a luta pela superação do sistema capitalista e patriarcal em que vivemos.

Em Uberaba temos alguns grupos, coletivos e movimentos sociais que se colocam na luta organizando e construindo o debate sobre o feminismo. Nesse sentido o Centro Acadêmico XV de Maio e o PET Serviço Social Conexões de Saberes – UFTM trazem como proposta do ” I Moviment’Arte” o debate sobre a sociedade capitalista e patriarcal em que estamos inseridXs.

Fique por dentro da programação e participe!

13/05 – Papo Consciente com Prof° Rafael De Tilio
03 e 10/06 – Politic’Arte com Qelli Rocha.
24/06 – Seme’Arte.”

09, 10 e 11/04 (MG) – VI Colóquio Mulheres em Letras

PROGRAMAÇÃO RESUMIDA

09 de abril de 2011 – Quarta-feira

Local: Auditório 1007 da Faculdade de Letras

17:00h – Inscrições, distribuição de pastas e programação

19:00h – Sessão de Abertura: Diretor da FALE, Coordenador do NEIA, Coordenadora do Pós-Lit, Coordenadora do Grupo de Pesquisa Letras de Minas

19:30h – Conferência: “Carolina Mulher e Mulher Carolina”

Prof. José Carlos Sebe Bom Meihy (USP)

Coordenação: Profa. Constância Lima Duarte

Sorteio de livros

21:00h – Lançamento de livros e Coquetel

10 de abril de 2014 – Quinta-feira

Local: Auditório 1007

08:00h às 10:00h – Mesa-Redonda: Carolina Maria de Jesus: vida e obra

Coordenação: Prof. Marcos Antônio Alexandre (UFMG)

Integrantes:

  1. Maria Nazareth Fonseca (PUC-MG)
  2. Elvira Divina Perpétua (UFOP)
  3. Germana Henriques Pereira (UnB)
  4. Conceição Evaristo (UFF)

10:00h – Café

10:30h às 12:00h – Depoimento: Escritora Maria José de Queiroz

Coordenação: Profa. Lyslei Nascimento (UFMG)

Sorteio de livros

12:00 – Almoço

14:00h às 16:00h – Sessões simultâneas de Comunicações

Mesas com 4 integrantes.

Auditórios 1007, 2001, 2003

16:00 – Café

16:15h às 17:30h – Sessões simultâneas de Comunicações

Mesas com 4 integrantes.

Auditórios 1007, 2001, 2003

17:30h: Sarau – Com o grupo do prof. Marcos Alexandre

Auditório 1007

11 de abril de 2014 – Sexta-feira

Local: Auditório 1007 da Faculdade de Letras

08:30h às 10:00h – Conferência: “Escritas de si, lugares da memória”

Conferencista: Profa. Dra. Tânia Ramos (UFSC)

Coordenação: profa. Constância Lima Duarte (UFMG)

10:15h – Café

10:30h às 12:00h – Depoimento: escritora Ana Martins Marques

Coordenação:

Sorteio de livros

12:00 – Almoço

14:00h às 16:00h – Sessões simultâneas de Comunicações

Mesas com 4 integrantes.

Auditórios 1007, 2001, 2003

16:00 – Café

16:30h às 18:30h – Sessões simultâneas de Comunicações

Mesas com 4 integrantes.

Auditórios 1007, 2001, 2003

18:30 – Café

19:00h – Mesa-Redonda: sobre Carolina

Local: Auditório 2001

Coordenação: Eduardo de Assis Duarte (UFMG)

Integrantes:

  1. Aline Alves Arruda (IFSULDEMINAS)
  2. Mário Augusto Medeiros da Silva (UNICAMP): “Carolina Maria de Jesus e o associativismo político cultural negro paulistano, 1940-1960”
  3. Cristiane Côrtes (CEFET-MG)

Sorteio de livros

21:00: Encerramento do VI Colóquio.

Atividades paralelas:

  1. Feira de livros, Lançamentos e autógrafos de livros.
  1. Sarau: organizado pelo prof. Marcos Alexandre.
  1. Exposição fotográfica “Amor e morte”, na Biblioteca da Faculdade de Letras da UFMG

Fotógrafo: Lesle Nascimento

Curadora: Lyslei Nascimento

Período: de 9 a 16/4

Resumo: A exposição Amor e morte, de Lesle Nascimento, composta de 21 fotografias, surgiu a partir da leitura dos poemas de Resgate do real: amor e morte, de Maria José de Queiroz, publicado em 1978, em Coimbra.  As imagens capturadas pelo fotógrafo em Belo Horizonte, Buenos Aires, Jerusalém e Lisboa intentam dialogar com a poesia da escritora que tem, nesse livro, o seu ponto máximo, e, como mote, a relação, às vezes, imponderável entre o amor e a morte.  A poesia elegante e austera de Maria José de Queiroz é, assim, entretecida às líricas imagens de Lesle Nascimento. Ao mesmo tempo que a escrita sugere o ponto de vista, a imagem insinua sombras, dobras, asas. Diante disso, “a morte perdeu seu prestígio para que a vida se celebrasse”. Mas, não sem antes, constituir-se no “caprichoso risco das estelas e das lápides” em que “o misterioso amor às palavras, a celebração dos mortos” é “refrigério das almas”.

31/01 (MG)- Mostra do Documentário RESISTÊNCIA – 20 Anos de luta pela terra

 

“Aí Deus me deu um tino.” Falar esta frase na Nova Santo Inácio Ranchinho já acende aquela nostalgia no rosto de cada um daqueles assentados que lutaram pela conquista daquela terra. O primeiro do Triângulo Mineiro, talhado de coronéis e mandatários!!!
Entre nesta história. Venha assistir ao Documentário Resistência.

Local: Alternativa Cultural – rua Major Eustáquio, 500 – Centro – Uberaba-MG

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/399521550182418/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming

05/01 – MAPA:/ Grupo de estudos, Sessão comentada do filme “Eu, um negro (Moi, un noir)” – (MG)

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https://www.facebook.com/events/212717692246497/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming&suggestsessionid=3236b4016d7b4c728af6c78b672acc4e

“O “MAPA:/ Grupo de estudos” surgiu a partir da necessidade de discutir e problematizar as constantes transformações do espaço urbano. O objetivo é repensar a experiência urbana e suas potencialidades de criação e intervenção. O grupo é descentralizado e aberto para quem quiser participar, compartilhar experiências e propor discussões. Podem ser propostos também diferentes rumos, livre de um projeto/roteiro específico, o que torna o encontro fértil para múltiplas experiências e proposições. As reuniões serão itinerantes, acontecendo sempre em espaços diversos, de modo a construirmos uma cartografia, um mapa desses encontros.
No primeiro, realizado no dia 14 de dezembro de 2013, foi definida a sua periodicidade mensal (em virtude do tempo para a leitura dos textos propostos), além de sessões de filmes e documentários dentro das temáticas discutidas e propostas.
O segundo encontro será no dia 05 de janeiro, com uma sessão aberta do filme “Eu, um negro (Moi, un noir)”, de Jean Rouch, comentada pela antropóloga Juliana Garcia. O filme, feito em 1959, é uma obra que transita nos limites do documentário e da ficção, trazendo à tona problemas decorrentes da descolonização africana, implicações culturais da globalização e a questão da segregação do espaço urbano. Trata-se de um marco do cinema graças à sua linguagem singular para os padrões da época. Todos os interessados estão convidados a participar!”

25/11 – Sarau em combate a violência contra as mulheres (MG)

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https://www.facebook.com/events/191278644393265/?ref=22

Local: Praça Rui Barbosa

Horário: 18h

Dia 25 de Novembro é o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher, não é uma data comemorativa e sim de luta! Levando em conta de que no Brasil 15 mulheres morrem por dia por seus companheiros ou ex-companheiros segundo o IPEA, a maioria das mulheres que morrem são negras, pobres e moradoras de periferias. (dados retirados daqui: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2013/09/25/interna_brasil,389940/por-dia-mais-de-15-mulheres-morrem-de-forma-violenta-no-brasil.shtml)

Outra questão muito grave em nosso país é que hoje vivemos uma epidemia de estupros, isso foi concluído após o Anuário Brasileiro de Segurança Pública sobre 2012 que por meio de dados do IBGE e o Sinesp concluíram que o número de estupros supera o de homicídios dolosos.

Em Uberaba são 200 casos de mulheres agredidas por seus companheiros e ex-companheiros por mês. A no passado foram quase 2000 casos registrados, fora o que nós não ficamos sabendo pois muitas pessoas não denunciam!

Esse sarau vai acontecer para, além de tocar no assunto e dar espaço para os artistas se apresentarem e abraçarem esta causa, ele vem também para alertar a população uberabense da gravidade do problema!

Traga sua arte! Teremos microfone aberto, amplificadores pra plugar seu violão/guitarra ou qualquer instrumento, exponha sua arte e apoie nossa causa!!

Realização: Página Uberaba Feminista

23/11 – Intervenção urbana pelo fim da violência contra a mulher (PR, MG, RJ, SP, AP)

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https://www.facebook.com/events/1412796115617601/

No Dia Internacional da não-Violência contra a Mulher vamos ocupar o espaço público de nossas cidades e realizar em poucos minutos uma intervenção de sensibilização sobre a violência contra a mulher cis, trans* e pessoas lidas como tal.

Qualquer pessoa pode participar, vamos fazer uma ação emocionante.

Chamem as pessoas amigas e gravem um vídeo e depois a gente junta tudo e fica marat.

Esse é o vídeo inspirador: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EIZn_tol5TU

Cidades realizarão a intervenção (você vai deixar sua cidade de fora? jaja):

Curitiba – https://www.facebook.com/events/359797220823253/?ref=3&ref_newsfeed_story_type=regular
Belo Horizonte
Rio de Janeiro – https://www.facebook.com/events/1433662576854852/?previousaction=join&source=1
São Paulo
Macapá: https://www.facebook.com/events/609812882410945/?ref=notif&notif_t=plan_user_invited
Nova Iguaçu – RJ: https://www.facebook.com/events/456591631126312/?ref=3&ref_newsfeed_story_type=regular

09 e 10/07 – Ocupação Feminista – Arte feita por mulheres – Ouro Preto (MG)

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[MG] Ocupação Feminista – Arte feita por mulheres – Ouro Preto

Data: 9 e 10 de julho

Horário: das 9h às 17h

Local: Casa Imaginária – Rua Padre José M. Pena, 68

Evento https://www.facebook.com/events/591286224236454/

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“Organização: Obscena AgrupamentoMenos Pausa Coletivo e Madalena Teatro das Oprimidas (http://www.coletivomadalenas.blogspot.com.br/)

worshop. performances. cenas. mesas. instalações. discotecagem. brechó.

BRECHÓ DE ROUPAS, BALANGANDAS E AFINS
Traga sua roupa usada (mas em bom estado) que está no seu guarda -roupas doidinha pra mudar de ares.
Coloque um preço camarada, mas abra seu coração para possibilidades de trocas inusitadas e infinitas…

Workshop: Como se fabrica uma mulher?

Ministrante: Nina Guarani Kaiowá Caetano (Obscena Agrupamento – BH)

INSCRIÇÕES: serão feitas no dia 9, na Casa Imaginária, a partir das 8 horas da manhã, por ondem de chegada.

O workshop, exclusivamente para mulheres, propõe a criação de ações performativas e de instalações/intervenções em diversos espaços por meio do desenvolvimento de relações de ocupação e de relações com objetos, corpos e narrativas, a partir da questão temática: como se fabrica uma mulher?
Cada participante deverá trazer referências textuais (notícias de jornal, bulas de remédio, propagandas de produtos de beleza ou de eletrodomésticos, frases e contos) e objetos (embalagens de produtos – beleza, limpeza – utensílios, peças de roupas, eletrodomésticos) relativos ao tema proposto pelo workshop, ou seja, associados ao universo feminino e à mulher. Estes servirão de ponto de partida para a criação. Tais elementos deverão ser significativos, instigantes e provocadores para quem os escolhe. As participantes deverão vir para o workshop com roupa neutra – preferencialmente preta ou cor da pele e, se possível, ajustada ao corpo, para propiciar a “fabricação” de corpos-instalação. A roupa deve ser confortável e apropriada ao trabalho corporal.
Atividades:
Jogos relacionais com o espaço: view points.
Objetos relacionais: improvisação com objetos.
Produção de escritas: listas, inventários.
Instalação/intervenção no espaço: produção de células de ação e imagens cênicas.
Condições: são necessários uma sala ampla e arejada, para os trabalhos práticos, um aparelho de som com cd player.
Carga horária: 6 horas
Número de vagas: 30 participantes
Destinado a: atrizes, performers, diretoras, artistas visuais, dramaturgas e profissionais afins, além de estudantes de arte.

OFICINA [RE]formulando a Revista Feminina
Ministrantes: Coletivo Menospausa
HORARIO: 13 ás16 horas
A oficina se baseia na prática do jornalismo de revistas femininas, buscando desconstruir as temáticas produzidas para mulheres. Buscamos um diálogo com a lógica tecnicista da prática da comunicação, com a perspectiva de se manter um viés crítico, político e feminista. O objetivo é, juntas e juntos, planejar uma revista feminista piloto, que pode ir para plataforma web ou ser veiculada através de fanzines. A prática consiste em reformular textos e abordagens, expressando subjetivamente nossas aflições e conflitos frente às revistas femininas.
OBS: Para homens e mulheres, porém a divisão de tarefas guarda espaços de chefe de edição preferencialmente para mulheres por motivos políticos.
CARGA HORÁRIA: 3 horas
VAGAS: 18
DESTINADA À: pessoas interessadas na prática da comunicação colaborativa ou afetadas pelo discurso das revistas femininas
MATERIAS: Matéria de revista feminina que a tenha incomodado, 1 retrato pessoal, se possível.
INSCRIÇõES: Ordem de chegada.

OFICINA
Vestir-mulher, Devir-mulher.
Ministrante: Thálita Motta (Coletivo Quando Coisa)
4 horas
Inscrições:
20 vagas – Aberto a todos os interessados. Todos os gêneros.
Inscrição via e-mail: Enviar nome e ocupação para o e-mail thalita.art@hotmail.com até às 20 horas do dia 08/07 – A seleção se dará por ordem de chegada à caixa de entrada do e-mail supracitado.
Inscrição presencial: Serão feitas a partir das 8 horas no dia 09/07 na Casa Imaginária, respeitando e contemplando a inscrição por ordem de chegada.

Dado que o vestir é uma prática social inerente ao humano desde a pré-história, visto sua função simbólica nos ritos que expandiam a pura necessidade de cobrir o corpo, se pretende aqui, traçar um panorama sobre a distinção dos gêneros instaurada por meio da roupa e com isso desnaturalizar o hábito da imagem e os contornos simbólicos entre homem e mulher. Assim como é proposto um mergulho por meio das imagens produzidas ao longo da história da arte, onde é possível visualizar as imposições (e disrupções) da moda, diretamente ligadas à renúncia patriarcal sobre a emancipação da mulher, em que o corpo vestido é o corpo belamente oprimido. Serão discutidas também as relações contemporâneas entre arte-moda-poder-emancipação, ainda sob a perspectiva da construção/desconstrução social da mulher.

Cenas:

Estoque – Thaiz Cantasini e Elis Mira.
Calma- uma mulher latina – versão pocket – Haylla Rissi.
Canário da terra – Elis Mira.

Performances:
Mulheres em chama.
Sobre Joanas e fogueiras – (ou como incinerar uma mulher na pós modernidade) – Thálita Motta.
Corpo Vibrátil: Frequências sonoras de ser mulher – Madalena Teatro das Oprimidas.
Cólera casulo cor – Elis Mira.
27º Gesto: Espaço do Silêncio – Nina Caetano.

Instalação: Gênesis – Madalena Teatro das Oprimidas.

23 horas – Discotecagem com Nina Caetano e Gui Carvalho