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27/03 (SP) – Debate-Bola: A Lei Antiterror e as Leis de exceção

http://comitepopularsp.files.wordpress.com/2014/03/debate-lei-antiterror.jpg

O Comitê pela Desmilitarização da polícia e da política e o Comitê Popular da Copa de São Paulo, convidam à todxs para debater a Lei Antiterror e as Leis de exceção.

Este debate se torna fundamental, para que possamos diante de todo processo de recrudescimento das leis de repressão, compreender como a Lei Geral da Copa, O Decreto de Garantia de Lei e Ordem, que a sua execução é detalhada na PORTARIA NORMATIVA No 3.461 /MD , a Lei Antiterror PLS 499, além de outros instrumentos legais de exceção, mais localizados ou amplos, que visam reprimir qualquer tipo de manifestação popular e instaurar insegurança permanente para aqueles que sonham lutar.

Lançamento do RAP da Desmilitarização com Liberdade e Revolução e Facção Central

Dia 27/03 (quinta), às 19h.
No ECLA. Rua Abolição, 244. Bixiga.
Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/673687332667878/

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14/03 (SP) – Que merda é essa? #8 e meio: Funk, feminismo e periferia – algumas práticas (com Pagufunk, SambaDelas Pimenteiras e Coletivo Anastácia Livre)

Depois do excelente debate acontecido no QMÉE? #8 (https://www.facebook.com/events/289365271212276/), a Casa Mafalda tem o prazer de anunciar a continuação do evento, dessa vez trazendo a estética e a prática do funk feminino e feminista da periferia.

Para isso, o Coletivo Anastácia Livre retomará o debate sobre a voz e a vez da mulher periférica e teremos a apresentação dos grupos SambaDelas Pimenteiras (que apesar do nome também faz funk) e, diretamente do Rio de Janeiro, Pagufunk.

Confira mais sobre as convidadas:

Pagufunk – https://www.facebook.com/pages/Pagufunk/468089916620550

Anastácia Livre – http://anastacialivre.blogspot.com.br/

SambaDelas Pimenteiras – sem página por enquanto, pra conhecer tem que vir ver ao vivo! =)

Começa 19h e a entrada será com contribuição voluntária sugerida de R$ 3,00, revertida parte para a impressão da primeira edição do jornal Liberdade, uma publicação do coletivo gestor da Casa Mafalda, parte para ajudar nos custos da viagem das meninas da Pagufunk.

Compareça!

https://www.facebook.com/events/1474088802810493/

14/03 (SP) – Copa, ame-a ou deixa-a: 50 anos do golpe

Nessa sexta-feira, o Juntos organizará o ato-debate “Copa, ame-a ou deixe-a: 50 anos do golpe”. Após um ano de 2013 em que a juventude e o povo tomaram as ruas exigindo mais direitos, os governos agora se articulam para atacar as manifestações e as liberdades democráticas. Para garantir os lucros da FIFA e de seus patrocinadores, diversas medidas de exceção têm sido e serão tomadas na Copa do Mundo. Mais grave: para calar os que não aceitam as imposições e a truculência dos donos do poder, parlamentares da base do governo e da oposição se articulam para aprovar uma lei “antiterrorismo”, que pode levar manifestantes à prisão de 14 a 30 anos! Um absurdo, que relembra os piores momentos da “doutrina de segurança nacional” da ditadura militar.

Para denunciar estas medidas e o recrudescimento da repressão nas manifestações, ocuparemos a Praça Roosevelt, em São Paulo, às 18 horas, na sexta-feira 14/03. O ato-debate contará com as presenças, entre outros, de Jean Wyllys (deputado federal PSOL-RJ), Luciana Genro, Leonardo Sakamoto, Jorge Souto Maior (jurista, professor da Faculdade de Direito da USP), Carlos Giannazi (deputado estadual PSOL-SP), Padre Julio Lancellotti (Pastoral de Rua, militante de direitos humanos) e de movimento e coletivos como Fora do Eixo, MTST e Uneafro. Participe!

 
Convide os amigos, confirme presença e compartilhe o evento!
https://www.facebook.com/events/653908958004124/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming
Saiba mais no site do Juntos: http://juntos.org.br/2014/03/nesta-6a-ato-debate-copa-ame-a-ou-deixe-a-50-anos-do-golpe-tomara-a-praca-a-roosevelt/

Esse debate será também uma atividade pré-Festival Acampada. Saiba mais e confirme presença em https://www.facebook.com/events/636665629703897/

(SP) – I Mostra Economia Solidária – O capital e a globalização

I Mostra Economia Solidária – O capital e a globalização

De 10 a 16 de março, a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP, programa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, promove na sala de cinema do CINUSP Paulo Emílio na Cidade Universitária e no Centro Universitário Maria Antônia a I MOSTRA ECONOMIA SOLIDÁRIA. Focando nesse tema tão em voga atualmente, as ações da ITCP-USP, através da incubação de empreendimentos que visem o cooperativismo, tem como princípio básico a valorização social do trabalho humano a partir de práticas estabelecidas em relações de produção baseadas na autogestão.

A I MOSTRA ECONOMIA SOLIDÁRIA elege como tema O CAPITAL E A GLOBALIZAÇÃO, exibindo na Cidade Universitária filmes sobre o poder do capital sobre indivíduos e sociedades, capitalismo, globalização, mercado financeiro e crises econômicas, tanto de ficção (o recente Margin Call e os clássicos O Dinheiro, de Robert Bresson, e Loucura Americana, de Frank Capra), quanto documentais (Trabalho Interno Enron). Durante o final de semana, a programação leva ao Centro Universitário Maria Antônia dois filmes que ampliam a temática para condenar regimes totalitários, exibindo duas adaptações cinematográficas dos dois mais famosos romances do escritor inglês George Orwell: 1984 e A Revolução dos Bichos.

Durante os dias da semana, de segunda à sexta-feira, os filmes dessa mostra ocupam a sala do CINUSP na Colmeia da Cidade Universitária em horário especial: às 14h. No sábado, dia 15 de março, e no domingo, dia 16, as sessões na sala Carlos Reichenbach do Centro Universitário Maria Antônia se iniciam às 16h. Por fim, complementa a programação da mostra um debate com o professor Dr. Reinaldo Pacheco da Costa, da Escola Politécnica da USP, no dia 12, quarta-feira, após a exibição do longa-metragemLoucura Americana.

Confira a programação completa AQUI.

13/03 (SP) – Exibição do filme “Prenda-me” e debate sobre violência doméstica com Amelinha Teles

Prenda-me, dirigido por Jean-Paul Lilienfeld, aborda o delicado tema da violência doméstica. Baseado no livro “As leis da gravidade” de Jean Teulé, o filme conta a história de uma mulher que resolve se entregar por ter assassinado seu marido há 10 anos. No entanto, ao compreender as razões que a levaram a cometer tal delito, a delegada se recusa a prendê-la. A partir daí, um verdadeiro duelo se inicia entre as duas mulheres.

O filme terá uma sessão de pré-estreia gratuita na Cinemateca Brasileira, com debate após a exibição.

Serviço:

Dia 13/03 (quinta-feira) – às 19h.

Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana

Após a sessão haverá um debate com Amelinha Teles, Advogada e Feminista e com Regiane Queiroz, cineasta e vitima de violência doméstica.

26/03 (SP)- Seminário “Violência Política, Memória e História: os Casos do Brasil, Colômbia e Peru”

Seminário “Violência Política, Memória e História: os Casos do Brasil, Colômbia e Peru”

Quando

de 26/03/2014 – 18:00
a 26/03/2014 – 21:30

Onde

Sala de Eventos do IEA – Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5o andar, Cidade Universitária, São Paulo

Nome do Contato

Telefone do Contato

11 3091-1686

Participantes

Conferencistas:
• Carlos Sixirei Paredes –
e
• Agustino Spinoza –
Debatedor: Alessandro Soares Silva – EACH, GPPTS e IEA/USP.

Inscrições

Gratuita.

Programação

Conferencistas:

  • Alessandro Soares Silva – EACH, GPPTS e IEA/USP
    Tema: Violência Política e Direitos Humanos na Persrpectiva da Psicologia Política;

    Agustín Espinosa – tema:  A Violência Política no Perú: Impactos Psicopolíticos da Comissão da Verdade;

    Carlos Sixirei Paredes – tema: A Violência Política na Colômbia: Contextos, Históricos, Políticos e Sociais.

    Dennis de Oliveira – tema:  Violência Política: da Ditadura Militar à “democratização” do Brasil.

29/03 (SP) – Audiência Pública sobre revista vexatória

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do Núcleo de Situação Carcerária, vem convidá-las a comparecer à Audiência Pública sobre a revista vexatória nos estabelecimentos prisionais.

Entendemos como fundamental a presença e participação ativa dos movimentos feministas nessa audiência porque a revista vexatória atinge predominantemente as mulheres negras e pobres. Em razão dessas mulheres serem responsabilizadas pelos cuidados – e em grande parte das vezes por chefiar famílias -, recai sobre elas, igualmente, a responsabilidade quase exclusiva de aplacar as dores e as necessidades de seu ente querido: levando alimentação, peças de vestuário, alimentação adequada, etc. São cerca de 400 mil mulheres, crianças e homens que  precisam se despir e fazer agachamentos de frente e de costas todas as vezes em que precisam visitar seus e suas familiares presas.

Nesse sentido, a revista constitui mais uma das muitas violações estatais ao corpo das mulheres, lado a lado da violência sexista e da criminalização do aborto. São constantes os relatos de mulheres sobre humilhações, abusos e exposições perpetrados por agentes  carcerários ao longo do procedimento.

Assim, esperamos que, conjuntamente, possamos colocar fim a mais uma manifestação de violação à dignidade e autonomia das mulheres. Contamos com sua presença nessa luta!

Data: 29 de março (sábado), às 10 horas
Local: Auditório da Defensoria, Rua Boa Vista, nº 200, térreo, São Paulo, SP

Saudações feministas!

Núcleo de Situação Carcerária
Defensoria Pública do Estado de São Paulo
Avenida Liberdade, nº 32 – 7º andar – sala 4
CEP 01502-000 – Centro – São Paulo
Tel.:  3105.5799 r. 282 / 3242.5274
www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/carceraria

 

18/03 (SP) – “Tribunal Tiradentes II – Julgamento da Lei de Anistia: justiça para os crimes da ditadura”

Em 1983, no Teatro Municipal de São Paulo, realizou-se o evento “Tribunal Tiradentes” que culminou com a condenação da Lei de Segurança Nacional, constituindo um marco na redemocratização do país. A partir dessa experiência, será realizado no TUCA – PUC/SP, com início às 19:30 horas, o “Tribunal Tiradentes II – Julgamento da Lei de Anistia: justiça para os crimes da ditadura”.

Este ato político contará com a presença de diversos organismos de direitos humanos, entidades da sociedade civil e órgãos públicos unidos com o objetivo de desencadear uma grande campanha para fazer de 2014 o ano não apenas da verdade, mas também da justiça para os crimes cometidos pela ditadura civil-militar brasileira.

O dispositivo inserido no texto da Lei de Anistia garantindo impunidade aos responsáveis por torturas e assassinatos cometidos por agentes do Estado ditatorial não é só uma afronta à memória das vítimas e motivo de duradouro sofrimento aos seus parentes e amigos. É também alimento para a perpetuação de uma cultura de violência e desrespeito aos direitos humanos que continua a vicejar nas polícias, nas penitenciárias, nas Forças Armadas, na privacidade da vida doméstica, no campo brasileiro e nas praças e ruas de nossas cidades.

Considerando que será a mobilização de diversas forças sociais que fará prosperar essa campanha, contamos com a sua presença.


Local: Teatro TUCA: Rua Monte Alegre, 1024- Perdizes, SP

22/03 (SP) – Seminário “Pensamento Radical de Clóvis Moura: Nos 10 anos de sua morte”

Há um pouco mais de 10 anos falecia Clóvis Moura. Um intelectual difícil de ser definido: historiador, sociólogo, antropólogo, jornalista, poeta. Rompia com as barreiras das disciplinas rigidamente estabelecidas pelas academias. O certo é que ele foi um dos principais estudiosos da situação e das lutas dos negros no Brasil. Mais do que teórico foi um militante da causa emancipadora.

Neste seminário pretendemos apresentar essas duas dimensões de sua obra e vida. Tratar de Clóvis como teórico que deu grandes contribuições para que compreendêssemos melhor o papel desempenhado pelos negros no processo de desenvolvimento da sociedade brasileira. Um dos primeiros a demonstrar que os escravos, através de suas rebeliões permanentes, foram protagonistas do movimento histórico que colocou em crise o sistema escravista. Ele também se debruçou sobre as particularidades do racismo à brasileira acobertado pela ideologia da democracia racial, que tem por raiz séculos de escravidão e opressão.

A outra dimensão é a do intelectual orgânico da esquerda, militante comunista e do movimento negro. Mais do que ninguém, como marxista, sabia que a teoria só cumpre algum papel transformador quando ganha as massas. E que a “arma da crítica” deveria se transformar na “crítica das armas”. Se ser radical é ir às raízes mais profundas dos problemas, podemos dizer que Clóvis Moura foi um dos mais radicais teóricos brasileiros.

PROGRAMAÇÃO

1ª Mesa – Clóvis Moura e a luta teórica anti-racista
Expositores:  Soraya Moura (historiadora), Kabengele Munanga (antropólogo e professor da USP), José Carlos Ruy (jornalista)
Coordenação: Augusto Buonicore (secretário-geral da Fundação Maurício Grabois)

2ª Mesa – Clóvis Moura e o Movimento Negro no Brasil
Participantes  – Edson França (presidente da Unegro), Sueli Carneiro (diretora do Geledés), Maurício Pestana (cartunista e diretor executivo da revista Raça)
Coordenação: Olívia Santana (secretária nacional antiracista – PCdoB)

Coquetel e lançamento da 4ª edição do livro Rebeliões da Senzala e da revista Princípios dedicada ao pensamento de Clóvis Moura.

Promoção: Fundação Maurício Grabois, Seção paulista da FMG e Unegro.
Apoio: UJS e ANPG
Parceria: Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Município de São Paulo.

Seminário ‘Pensamento Radical de Clóvis Moura: Nos 10 anos de sua morte
Data: 22 de março (sábado) de 2014, às 14 horas
Local: Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo)

18/03 (SP)- Roda de Conversa ‘O Lugar da Mulher na Arte Contemporânea Criação e Produção’

O CIM (Centro Informação Mulher) convida para Roda de Conversa ‘O Lugar da Mulher na Arte Contemporânea Criação e Produção’.

Dia 18/03/2014
Horário: ás 20:00hs 
Local: Teatro Heleny Guariba, Praça Roosevelt, 184 centro/SP.
Participação Marcha Mundial das Mulheres, Cooperativa Paulista de Teatro, Núcleo do 184 do Teatro Heleny Guariba.
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